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SOBRE OS CRISTAIS
Origem e características ( Bibliografia: Livros 03, 04 e 05)
Antes de iniciarmos nossa viagem pelo reino mineral temos de tomar consciência que neste reino há vida, uma vida que apesar de infinitamente mais lenta do que a dos outros reinos é análoga a eles. Porque vida é vibração.
Ao explorarmos este mundo mineral, fica claro que toda manifestação física não passa de variação vibrátil de uma essência primordial.
Podemos entender melhor esta unidade observando o inicio deste nosso universo.
Há aproximadamente 15 bilhões de anos uma superdensa e superaquecida mistura de nêutrons e fótons explodiu (big-bang), liberando uma expansão que prossegue até hoje.
A partir daí, os nêutrons primordiais transformaram-se em prótons e elétrons e a força de atração gravitacional começou a reunir estas partículas, dando origem ao elemento mais simples, o hidrogênio (até hoje o mais abundante no universo ).
Nuvens de hidrogênio iam se esparramando pelo espaço. Dentro dessas nuvens e sempre pela força de atração gravitacional, nuvens menores e mais densas de hidrogênio formaram-se e por condensação, entraram em fusão gerando o hélio. Assim nasciam as primeiras estrelas
Há uns 5 bilhões de anos, nascia nosso Sol em uma nebulosa. Assim pela força da gravidade e adição de matéria cósmica, formaram-se os planetas do nosso sistema. Esta adição de matéria continua até hoje.
Tudo o que existe no Universo físico, incluindo nossos próprios corpos, teve origem em uma estrela que explodiu.
 

O Reino Mineral

Minerais são substâncias inorgânicas, de composição química definida. Os cristais são minerias que além destas duas características têm uma estrutura atômica, ou seja, a ligação de seus átomos seguindo padrões geométricos precisos.
Os Cristais (grego: Krystalos) são divididos pelos geólogos em 7 sistemas de simetria. Estes sistemas são definidos por 3 ou 4 eixos imaginários de comprimento igual ou desigual. O comprimento e o número de eixos e de ângulos entre eles definem a forma do cristal. São eles: isométrico ( cúbico ), tetragonal (quatro faces), trigonal (três faces), hexagonal (seis faces), ortorrômbico (losango), monoclínico (inclinação única) e triclínico (inclinação tripla).
Os cristais são capazes de receber, de conter, de projetar, de emanar, de refratar e de refletir luz, a forma mais elevada de energia conhecida do universo.
Quartzo - O sal da terra
O quartzo é composto de dióxido de silício (SiO2), ou seja, um átomo de silício ligando dois átomos de oxigênio. No quartzo, esta ligação é feita através de triângulos eqüiláteros perfeitos que formam uma pirâmide com uma base e sobem em espiral pelo corpo do cristal até a sua ponta. Esta estrutura molecular em nível macroscópico forma um sólido com seis lados, ângulo de 120º entre cada lado adjacente e lados opostos sempre paralelos uns aos outros.
A organização em espiral do quartzo segue a mesma proporção matemática, conhecida como Séries Fibonacci, encontrada na espiral do DNA da célula, na estrela-do-mar, na semente do girassol ou nas galáxias espirais, como a nossa Via-Láctea.
Os cristais e as civilizações da Antiguidade
Encontramos o uso dos cristais e pedras em quase todos os povos da Antiguidade.
Os Egípcios forravam as coroas dos faraós com Malaquita para governar com sabedoria e lápis-lazúli em seus olhos para ter uma visão ampliada.
Os Sumérios tinham uma medicina extremamente avançada, incluindo cirurgias delicadas e medicamentos baseados em plantas e minerais.
Os xamãs (Ìndios pele-vermelha) sempre traziam cristais de cura em suas bolsas e tinham seu cristal pessoal que ninguém podia ver ou tocar. Acreditavam que as pessoas de
alma pura iriam, após a morte, habitar dentro de um cristal.
Outra intrigante civilização, os Maias tinham vários usos dos cristais e os entalhavam perfeitamente.
A medicina Indiana ou Ayurveda utiliza pedras como o rubi ou gemas de origem orgânica, como a pérola, em seus remédios.
Os semitas utilizavam o poder das pedras para a comunicação com Iavé ou Jeová(Deus), como no peitoral de Aarão de que fala a Bíblia (Exodus ).
A escolha de um cristal
Escolhemos um cristal como quem escolhe um amigo. Às vezes, a empatia é imediata, somos como que atraídos por sua luz.
De qualquer modo, sempre que for adquirir uma gema, deixe falar seu coração, ouça sua voz interior, a intuição. Assim como a gema nasce nas profundezas da Terra, devemos utilizar nossas profundezas para escolhê-lha.
A limpeza do cristal
Enterre-o em sal marinho ou sal grosso (ou mergulhe-os em uma solução de água e sal), por um dia ou dois, e depois lave-os abundantemente.
O sal marinho (também um cristal), remove e purifica as vibrações da superfície da pedra, neutralizando as cargas elétricas superficiais.
Nunca utilize recipientes metálicos ou plásticos, pois algumas pedras, como a malaquita e a turqueza, podem ressentir-se com estes métodos, por isto é melhor evitá-los.
Outro método consiste em enterra-los na terra, por até sete dias, evitando-se enterrá-los em vasos.
Uma outra forma de limpeza consiste em defumá-los com incensos à base de sálvia, cedro ou Artemísia.
Ainda podemos usar nosso próprio sopro ou energia vital pessoal para limpá-los (método indígena / Xamanismo).
Para cristais montados em pendentes, ou aqueles que se ressentem do sal, um bom método é coloca-los dentro de um geodo ou sobre uma drusa.
Programação
Após a limpeza, os cristais precisam ser programados. A programação de um cristal significa a introdução de uma imagem-energia na estrutura energética deste, que irá harmoniza-la e devolve-la ao seu emissor. Na verdade, quando estamos programando um cristal, estamos trabalhando em nós mesmos. A programação requer inserção clara e lógica de dados. Exemplo:
" Visualizando claramente uma imagem - sempre positiva - e quando esta imagem estiver bem nítida, envia-la para dentro do cristal. Para isso, segure o cristal em sua mão direita e leve-o à altura do seu terceiro olho (entre as sobrancelhas) e envie a imagem para o cristal.
" Visualize claramente uma imagem e, mantendo esta forma - pensamento, fale em voz alta para o cristal.
" Sinta em nível emocional profundo a emoção que você quer receber do seu cristal e transfira-a para o cristal para o seu centro da emoção (chacra do coração), localizado no centro do peito, na direção dos mamilos.
E, antes de mais nada, lembre-se de que, para se trabalhar com os cristais, é preciso ter firmeza de propósitos e humildade de coração.
 
 
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